Dois ou mais reservatórios térmicos
podem ser interligados basicamente
de duas formas.
A primeira possibilidade é a interligação
“em paralelo” , na qual a alimentação de
água fria que vem da caixa d’água é dividida
em duas, uma para cada reservatório
térmico, e depois as saídas de consumo
se juntam formando um único tubo
para a água quente. Nas interligações
em paralelo poderão ocorrer alguns
inconvenientes como: consumir mais
água quente de um reservatório térmico
e menos de outro, pelo fato da ligação
hidráulica não ficar exatamente simétrica,
necessidade de habilitação dos dois
aquecimentos complementares, dificuldade
de equalização e simetria em instalações
com três ou mais reservatórios
térmicos com atenção especial para os
números ímpares.
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A outra maneira mais comum de interligação
é a seqüência “em série”. Nestas
instalações, a saída de consumo de um
reservatório térmico é conectada na entrada
de água fria do seguinte. Além de
garantir um consumo regular de todos
os reservatórios térmicos e diminuir bastante
a possibilidade de erro, este tipo
de interligação possibilita aperfeiçoar a
instalação e racionalizar o acionamento
do sistema complementar de aquecimento,
habilitando-se a(s) resistência(s)
elétricas(s) ou aquecedor(es) à gás de
passagem apenas no último reservatório
térmico da série.
A interligação de reservatórios térmicos
em série (ilustração acima) é a mais indicada
para os sistemas de aquecimento
solar para água que operam pelo regi
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me
de bombeamento. Este tipo de instalação
em série melhora muito a estratificação
de temperatura do sistema e,
conseqüentemente, melhora também
a sua eficiência térmica.

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